TDAH vai além da desatenção
A avaliação considera sintomas, desenvolvimento, rotina, escola, sono, emoções e o grau de prejuízo em diferentes ambientes.
Os sinais podem mudar com a idade
Nem toda criança com TDAH é muito agitada. Dificuldade de organização, impulsividade e reações emocionais intensas também podem aparecer.
Atenção e tarefas
Esquecimentos, perda de materiais, dificuldade para começar, sustentar ou terminar atividades.
Impulsividade e regulação
Interrupções, decisões precipitadas, baixa tolerância à espera e reações intensas.
Impacto no cotidiano
Prejuízo escolar, conflitos, baixa autoestima e dificuldade para cumprir rotinas.
A avaliação procura padrões, não episódios isolados
A avaliação reúne história clínica, desenvolvimento, informações da família e, quando possível, observações da escola e de outros profissionais.
Pouco sono, ansiedade, dificuldades de aprendizagem e outras condições podem parecer TDAH. Diferenciar essas possibilidades evita conclusões apressadas.
Cada criança precisa de um plano diferente
Orientação parental, adaptações de rotina, apoio escolar, psicoterapia e medicação quando indicada podem ser combinados conforme as necessidades e os objetivos.
O objetivo é ajudar a criança a ganhar autonomia, não apenas controlar seu comportamento.
Perguntas comuns
Conteúdo educativo não substitui avaliação e não deve ser usado para autodiagnóstico.
Há dúvidas sobre atenção, impulsividade ou organização?
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