Ansiedade também aparece no corpo e no comportamento
A avaliação procura entender quando a preocupação deixa de proteger e começa a limitar escola, sono, relações e desenvolvimento.
Nem sempre a criança consegue dizer que está ansiosa
Muitas vezes, o corpo, o comportamento e a rotina mostram a ansiedade antes de a criança conseguir falar sobre ela.
Sintomas físicos
Dor de barriga, náusea, falta de ar, tensão, palpitação ou queixas recorrentes sem explicação simples.
Evitação e medo
Recusa escolar, dificuldade para dormir sozinho, medo intenso de errar ou evitar situações sociais.
Irritabilidade e controle
Necessidade de certeza, perguntas repetidas, crises diante de mudanças ou preocupação excessiva.
Sentir ansiedade faz parte da vida
A ansiedade merece atenção quando é intensa, persiste por muito tempo ou impede a criança de viver experiências importantes.
O contexto familiar, escolar, social, o sono, o uso de telas e outras condições emocionais também são considerados.
O objetivo não é eliminar qualquer desconforto
O cuidado pode incluir orientação à família, psicoterapia, mudanças de rotina e medicação em situações selecionadas, sempre com acompanhamento.
O tratamento ajuda a criança a lidar com a ansiedade sem deixar que ela controle todas as escolhas.
Perguntas comuns
Sinais persistentes e prejuízo ajudam a definir quando é hora de procurar avaliação.
A ansiedade está limitando a rotina da família?
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