Escuta para o adolescente. Orientação para a família.
A consulta respeita a privacidade do adolescente sem perder de vista a segurança e a participação dos responsáveis.
Quando uma mudança deixa de ser apenas uma fase?
O que importa é observar intensidade, duração, contexto e impacto na vida do adolescente.
Isolamento e perda de interesse
Afastamento de amigos, abandono de atividades ou permanência excessiva no quarto.
Sono, humor e escola
Inversão do sono, irritabilidade intensa, queda escolar ou faltas frequentes.
Risco e desesperança
Automutilação, uso de substâncias, falas sobre morte ou sensação persistente de vazio.
A consulta também precisa fazer sentido para o adolescente
Pode haver uma parte da consulta com os responsáveis e outra apenas com o adolescente. Essa organização depende da idade, da maturidade e do motivo do atendimento.
A privacidade é respeitada dentro dos limites éticos e de proteção. Situações de risco precisam ser compartilhadas e cuidadas com responsabilidade.
Autonomia não significa afastamento
A família pode ajudar na rotina, na adesão ao tratamento, na observação de mudanças e na criação de um ambiente com mais diálogo e menos julgamento.
O adolescente não precisa de controle o tempo todo. Precisa saber que pode contar com os responsáveis.
Perguntas comuns
Preparar a conversa pode reduzir resistência e tornar a consulta mais produtiva.
A conversa pode começar pela preocupação da família.
Agende uma consulta para adolescentes em Uberlândia ou por teleconsulta.